O que queria Roberto Jeferson?
- Paulo Farias
- 25 de out. de 2022
- 1 min de leitura

Por Cesar Benjamin –
Roberto Jefferson é um homem física e mentalmente doente. Está no fim da vida. Calculou criar um grande fato político na reta final da campanha presidencial, oferecendo a própria vida para simbolizar a luta bolsonarista pela “liberdade de expressão” e contra a “ditadura do STF/TSE”.
Em prisão domiciliar, insultou a ministra Cármen Lúcia de um modo que o STF teria que reagir. Armou-se de fuzil e granadas. Recebeu a bala os policiais federais, que poderiam ter reagido.
Neste caso, teríamos um fato de grande apelo emocional nos últimos dias da campanha: um cadáver, um funeral, um enterro com centenas de milhares de pessoas. Uma nova “facada do Adélio”, em escala ampliada.
O Brasil só falaria nisso. O bolsonarismo chegaria no domingo na condição de vítima e em plena contraofensiva. Ganharia as eleições.
Devemos ao profissionalismo da Polícia Federal o desmonte da farsa. Outras devem estar a caminho para criar emoções que desestabilizem a reta final.
Estamos lidando com gente podre.
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